O mundo não é nenhum mar de rosas. É um lugar sujo, feio e cruel.

Não importa quão durão você seja. Um dia, a vida vai te pegar de jeito.
Um dia, a vida vai enfiar a porrada na sua cara.
E você vai cair bonito no chão, exausto, sem esperança.

O negócio não é surrar a vida de volta;
o negócio é aguentar firme.
O negócio não é fingir que não é assim.
O negócio não é criar um mundo paralelo perfeito.
O negócio é seguir adiante, apesar de todos os males.

Não se faz o bem eliminando todos os males;
faz-se o bem APESAR de todos os males.

É chegada uma nova era.
É chegada a era de encarar a realidade, de igual para igual.
Buscar o ideal já não rola mais.
Irreverência e julgamento ficaram para trás.

O tempo é de aceitar, decidir, produzir.
As velhas facas já não cortam mais, estão cegas.
É hora de afiar, ressignificar, reciclar.

O novo sempre vem, não importa como a gente se sinta.
O mundo do sentimento infinito é um mundo vazio, solitário, improfícuo.
O mundo real é vasto, produtivo, comunitário.

Meios foram dados. Vida pede resultados.

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