10 dicas para falar bem em 2016

Todo profissional de hoje em dia precisa se manter atualizado. Confira aqui as principais tendências em substituição de termos de 2016 para não fazer feio ou ficar parecendo que você nasceu no século XX.

Termo ultrapassado Termo atualizado Explicação
Encontro Meetup (pronúncia: mitap) Encontro? Que romântico… Não queira ter um desses com seus colegas de trabalho. Convide-os para um meetup e resolva tudo em um ambiente muito mais up.
Palestra Talk (pronúncia: toque) Conhece a palestra? Aquela coisa chata do seu tempo de escola, em que quem fala é o detentor da verdade e os outros são meros ouvintes? Esqueça isso! Numa talk, todos têm voz. O conhecimento é construído colaborativamente, num espaço aberto às ideias de todos.
Empresa Startup (pronúncia: estartape) Quem gosta de trabalhar em empresa é Dilbert. Pessoas cool trabalham em startups. Não caia na armadilha de achar que startup é um modelo de negócios diferente. Qualquer empresa, nova ou antiga, pode ser startup, basta dizer que é. E as boas são.
Consciência Awareness (pronúncia: óu ernes) Se você não quiser parecer um espiritualista hippie, é melhor agir como um profissional aware de suas competências e dizer a mesma coisa em outra língua. Na melhor das hipóteses, pouca gente vai te entender. Na pior das hipóteses, ninguém vai associar sua fala a qualquer coisa de Buda ou Hare Krishna.
Faça você mesmo Do It Yourself (DIY) (pronúncia: dê-i-ípsilon) A ideia de fazer alguma coisa você mesmo foi concebida no estado de Ohio, no início dos anos 2000. Por isso, nada mais justo do que dar crédito aos americanos pela invenção. Lembre-se de dizer di-ai-uai para ficar mais chique e ser compreendido por todos.
Diretor executivo CEO (pronúncia: ci-i-ou) O que faz um diretor executivo? Dirige a execução das operações, certo? Fácil demais, essa… Se você for esperto e não quiser entregar o ouro desse jeito, aprenda com quem sabe fazer dinheiro: diga CEO fazendo cara de que sabe do que está falando.

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Licenças de software: qual escolher?

20/12/2016: ATUALIZANDO – Vídeo da palestra publicado!

Não conseguimos viver sem elas. MIT isso, GPL aquilo, LGPL aqui, BSD ali… E aí? O que elas permitem, o que elas proíbem, como aplicar corretamente?

Esse assunto é bem complexo. Um dia, ao perceber que não entendia nada dele, resolvi estudar. Percebi que entendê-lo a fundo realmente é complicado, pois a coisa é cheia de armadilhas e exceções. Porém, entendê-lo mais superficialmente é plenamente possível, e bem elucidativo!

Há alguns dias, em maio de 2016, ministrei uma palestra no TDC Florianópolis sobre o assunto. Nela, você pode conferir algumas dicas teóricas e práticas, que poderão ajudá-lo a dar os primeiros passos.

Boa leitura!

Acesse o conteúdo no Speaker Deck aqui: https://speakerdeck.com/awvalenti/licencas-de-software-qual-escolher.